
Sonho possível
Todo dia antes de começar a trabalhar escrevo livremente o que sinto e o título é sempre: “O Sonho”. E normalmente descrevo como quero me sentir e também o que desejo alcançar, mas hoje aconteceu algo novo que partilho com você.
Sou a Cíntia Thurler.
Cientista e Professora de Mindfulness Neurocognitivo pelo Mindfulness Excellence Centre de Londres. A minha intenção é ensinar como é possível saber com clareza COMO VOCÊ ESTÁ, para que possa SE CUIDAR, regulando as suas emoções e acolhendo o seu estado interno como um todo, aproveitando, assim, a vida independentemente da sua circunstância.
Com liberdade e satisfação, com responsabilidade e leveza, com serenidade e potência.
De uma forma viva (e nada milagrosa) que acolhe também a sua rotina e o seu passado, sem mudanças radicais, com a construção de novos hábitos coerentes com a forma como quer se sentir.
Todo dia antes de começar a trabalhar escrevo livremente o que sinto e o título é sempre: “O Sonho”. E normalmente descrevo como quero me sentir e também o que desejo alcançar, mas hoje aconteceu algo novo que partilho com você.
“Levamos a nossa casa às costas para toda parte. Não há que ter pressa, não há que procurar refúgio noutras paragens. Mesmo quando mergulhamos nas profundezas das águas emocionais, podemos continuar a ser autónomos e a viver com desapego.”
Uma reflexão de 2 minutos sobre as nossas escolhas relacionando a morte com a vida.
Praticar mindfulness ao som de músicas de adoramos faz todo sentido. É uma forma interessante de exercitar a atenção e de acolher o que acontece em nós.
Podemos sempre escolher como vamos nos relacionar com o que faz parte de nós. Está prática e uma oportunidade de acolhemos e lidarmos com os pesos que carregamos, com a maturidade de quem sabe que pode modificar o que quer que seja 🙂
Uma reflexão educativa sobre como podemos trazer a nossa atenção para o momento presente, trazendo a atenção para o corpo ao invés de deixá-la nos pensamentos acerca do passado e do futuro.
Mindfulness é como uma musculação para o cérebro. Trata-se de sentir, verificar, sem querer modificar, sem querer controlar, apenas notar com uma atitude corajosa, curiosa e compassiva, gentil, tudo o que se passa em nós e ao nosso redor a cada momento.
Todos nós cuidamos. Da nossa família, de quem amamos, do nosso trabalho. A verdade é que há muitas coisas que dependem da nossa atenção e do nosso empenho. Como alguém que cuidou da mãe no estágio final da vida enquanto cuidava da filha no seu estágio inicial, sei o quanto ser cuidar é desafiante.
Além de não vermos como é possível nos cuidarmos em meio ao tanto que nos doamos, é um tanto solitário, já que as outras pessoas tendem a evitar se envolver com a dificuldade e até mesmo com o sofrimento (dependendo da situação). E está tudo bem.
A proposta deste movimento é DESENVOLVERMOS A NOSSA HABILIDADE INTERNA DE AUTOCUIDADO. Acompanhados, compartilhando humanidade.
De forma leve e descontraída.
1 email por semana, com uma prática e uma fonte de inspiração para cultivar mais espaço para cuidar.
A participação é gratuita.
Além disso, quem participar terá acesso às práticas ao vivo que vamos fazer de maneira espontânea de vez em quando.
Para Aproveitar a Vida é preciso aprender a sentir com liberdade e compaixão o que se passa em nós a cada momento, escolher com consciência as nossas ações, saber que fazemos parte de algo maior, que não estamos sozinhos nesta grande aventura.
Este espaço está reservado para isso, para a partilha radicalmente sincera e honesta do nosso sentir, meu e das minhas convidadas e convidados.
Assim como ser uma curadoria valiosa de conhecimento coerente com a vida, responsável, humano e, porque não, super interessante.
Por vezes num mix de intenções, por vezes com uma intenção bem clara e direta. Um conteúdo sempre fluido e bom de se ler e acompanhar.
Uma prática simples para treinar a nossa capacidade de perceber como realmente estamos, trata-se de um exercício inspirado no Protocolo Neurocognitivo de Mindfulness, o Body-in-Mind Training®.
Por vezes não conseguimos dizer não quando alguém nos pede um livro emprestado. Como amante de livros, me peguei sentindo falta daqueles que emprestei e que sei que nunca serão devolvidos, e aproveitei para meditar sobre esse assunto e descobri coisas novas e reveladoras sobre o que as minhas emoções estavam me dizendo. Este texto é uma oportunidade de inspiração e aprendizado para quem sente falta dos livros emprestados e sobretudo para quem tem dificuldade de deixar algumas pessoas simplesmente saírem da sua vida.
Começar algo novo tem sempre uma mistura interessante de emoções, sensações físicas e pensamentos. Em geral julgamos imediatamente o que estamos prestes a fazer como algo “bom” ou “mal”, “agradável” e “desagradável”. Neste artigo vamos trabalhar atitudes simples que podem suavizar o que se passa em você e nutrir, assim, o nosso interesse e a nossa atenção, fazendo o que quer que seja com dedicação.
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Olhar para o meu corpo sempre veio acompanhado de autocríticas, auto julgamentos e repreensões duras dentro de mim. Hoje isso não acontece tanto, pelo menos não que eu perceba, mas vejo fotos de quando eu era mais nova, me acho linda e penso em como eu pensava mal de mim na altura.
Já reparou como nos culpamos com uma frequência alarmante por sentir que não estamos aproveitando o tempo ou até mesmo a nossa vida? Este texto apresenta uma prática lúdica e simples sobre a forma como podemos escolher desfrutar de cada momento ao invés de se render a preocupações, culpa e frustração.
Aqui nos acompanhamos fazendo o que mais gostamos, nos divertindo e partilhando as nossas descobertas através de produtos que usamos para… cuidar.
Nós entendemos que nem sempre conseguimos acessar os nossos recursos internos, ainda mais quando fazemos parte de uma cultura que não valoriza essa prática. E a nossa loja é sobre isso: sobre como é possível ter recursos que cultivam a oportunidade de cuidarmos de quem somos.
Diz respeito às necessidades que precisamos atender para nutrirmos a nossa saúde e enriquecer a nossa experiência de vida.
São muito mais do que simples lembretes. Existem propriedades terapêuticas naturais das quais só podemos sentir e experienciar e, ainda assim, a ciência já comprova grande parte destes benefícios, baseadas, por exemplo, na interação da energia existente no nosso corpo com a energia dos materiais (Einstein e a sua relatividade abrem as portas desta pesquisa que já está avançada).
É autocuidado que vem de fora. E nós só temos a ganhar quando investimos nesse lugar.
São mais de 10 anos trabalhando e a experienciando diferentes formas de autocuidado, formas de cultivar o bem-estar. Passando pela, Biologia, pelo Coaching, pelas Terapias Holísticas, pelo Mindfulness. E todas as minhas pesquisas, estudos e formações estão alinhadas com a vertente gentil e compassiva de se cuidar. Nada de lutas internas, eliminações, e formas duras de lidar com quem somos. Acolher, aceitar e, se quisermos, mudar. Tudo num ritmo vivo, com clareza e consciência.
Fica mais fácil quando estamos juntos.